classic
sex

"Era verão, estava calor. Estávamos na piscina, eu e ela. Somente eu e ela. Não sei ao certo o que estava acontecendo, mas eu estava pirando só de olhar para o corpo daquela menina, ela era gostosa demais. Tudo em perfeito estado, e ainda mais com aquele biquininho, realçava todo o corpo dela, a bunda então? Cara, deixaria qualquer um louco. Quando ela saiu da piscina meio que rebolando e se abaixou para pegar a toalha foi demais para eu, fingi que não vi, porque ela sabia que me provocava. Ela iria para a cozinha fazer brigadeiro depois de muita insistência minha. Esperei uns minutos, respirei fundo, me enrolei na toalha e fui até a cozinha, sem fazer nenhum barulho. O cabelo dela estava preso em um coque, e ela estava apoiada mexendo na panela de brigadeiro, aquilo me deixou louca, louquinha, e com toda a certeza doida para fazer amor com ela. Me aproximei sem que ela notasse, a abracei por trás, beijei a nuca dela, desci até os ombros e fiz o trajeto algumas vezes, enquanto minhas mãos deslizavam pelo corpo dela, primeiro apalpando os peitos, e que peitos e depois desciam até a parte de baixo do biquíni dela. Aquilo já estava me enlouquecendo, até que ela desligou o fogo e se virou ficando de frente comigo, me olhou com cara de desejo, e daquele instante sabia que ela queria abusar de mim. Ela amava me ver gemer para ela, e ainda mais, me deixar doidinha de tesão. Apenas a obedeci, porque eu amava quando ela abusava de mim. Fomos até o quarto e ela abriu uma gaveta, me olhou com cara de má e eu mal sabia qual era a pretensão dela, mais sabia que deixaria. Ela me pediu para virar e fechar os olhos, e eu fiz isso, obedeci sem questionar. Ela prendeu minhas mãos com um par de algema e me empurrou contra a cama. Eu apenas balancei a cabeça e disse: 'É sério isso?' Ela mordeu meu lábio e fez para mim ficar calada. Eu não podia deixar de obedecer ela, e ter ela com aquele corpo sobre o meu, poder ver aqueles peitos já me deixava louca. Ela tirou a parte de cima do meu biquíni, apalpou meus peitos, mordeu meu pescoço, e depois começou a chupar meus peitos me olhando com cara de safada, eu já estava ficando louca, e excitada, e ela sabia disso, ainda mais com ela se esfregando contra mim daquele jeito que só ela sabe, ainda mais com ela me fazendo implorar por ela. Como se não bastasse, encaixou uma de suas pernas entre as minhas e começou a subir e descer meu quadril com as mãos, apalpava e batia em minha bunda, enquanto beijava minha boca, e pressionava seus peitos contra os meus, eu já estava implorando para sentir ela me chupando e ela gostava. Gostava de me ver implorando por ela. Então ela parou e foi descendo aquela boquinha gostosa dela, por todo o meu corpo, tirou a minha parte de baixo, e passou primeiro a língua lentamente por toda a minha bucetinha, que já estava toda molhadinha, depois deslizou os dedos dela, e começou a me chupar, com vontade, do jeitinho que só ela sabia fazer, eu já estava gemendo, e rebolando contra a cara dela, quando ela parou tudo, e me beijou, e sentir o gosto dela misturado com o meu me deu mais vontade ainda de chupa-lá. Então pedi para ela me soltar, e ela o fez. Aconcheguei uma perna entre as delas, a puxei para mim, tirei o sutiã dela, apalpei aqueles peitos gostosos e logo em seguida comecei a chupa-los com vontade, enquanto a minha mão deslizava lentamente por cima de sua calcinha, ela revirava os olhos e aquilo me dava um puta prazer. Me afastei um pouco dela, beijei aquela boca gostosa, e desci minha língua por todo o corpo dela, demorei um pouco em seus peitos, passei ela lentamente em volta dos seus mamilos, mordisquei de leve e continuei descendo, tirei sua calcinha, comecei massageando o clítoris dela enquanto minha língua deslizava pela sua entradinha, e depois comecei a chupa-la com vontade, chupar e dar leves mordidas, ouvir ela gemendo para eu me dava ainda mais tesão, e quando senti que ela estava prestes a gozar me encarreguei de chupar ele todinho e foi muito bom sentir o leitinho dela escorrer quente na minha boca."- Não é muito de falar, e sim de fazer. (sex-classic)
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"Era um sábado qualquer, contudo esse sábado mudou toda a minha vida, e foi nele que tive a melhor experiência que poderia ter me acontecido. O meu celular tocou, era ela, já sabia pela música. Eu corri atender, e quando ouvi aquela voz de choro dizendo toda dengosa vem para cá, foi como se o meu céu tivesse desabado sabe. Ela era toda perfeita, e tava chorando de novo por uma pessoa das tantas que nunca souberam o valor que ela tinha. Ela era a minha melhor amiga, minha confidente, sabia tudo sobre mim, eu sobre ela, e cada vez que eu via ela mal era um martírio para mim, pelo simples fato de que me doía no fundo da alma. Acabei chegando lá, conversamos, ela se acalmou, decidimos ver um filme, irônico foi a situação que o filme nos mostrava, achamos que era normal, mais vai lá entender né? 'Imagine eu e você.' Um bom começo para um texto. Depois de algumas cócegas, momentos estranhos que nosso olhar se demorava um pouco mais, e de nossas mãos nos lugares errados, ela decidiu tomar banho e me pediu para fazer brigadeiro, acabei terminando antes dela, porque como sempre ela era enrolada demais para tomar banho (ela sempre foi enrolada e lerda para tudo), pelo menos ela estava cantarolando a música que era minha e dela. Fui até o banheiro e a porta estava aberta, afinal uma sabia tudo sobre a outra. Ou quase tudo. Não tínhamos nada para esconder. Eu a vi de costas, e uma onda de arrepio percorreu meu corpo, logo ela percebeu a minha presença e sorriu para mim como se fosse algo normal, acho que ela não percebeu o que eu estava sentindo, para a minha sorte é claro. Ela começou se secar e eu fui para a sala arrumar as coisas e tudo mais, estávamos sozinhas, era só eu e ela. Ela e eu. Quando ela saiu vestia aquela camiseta branca que eu tinha uma igual, e que mandamos fazer juntas, comecei a rir, e ela me olhou com cara porque você está rindo? Eu fui até ela e a abracei, ela é toda fofinha, meiguinha, branquinha, baixinha, dá aquela vontade de abraçar e não soltar mais. Sentei no sofá e ela deitou no meu colo para que eu fizesse cafuné nela ela sempre fazia isso, coisa minha e dela, tantas manias só nossas. Começamos assistir, e novamente notei algo errado, eu não conseguia me concentrar no filme, não sabia o que estava acontecendo, sabia que queria beijar a minha melhor amiga, que queria fazer ela se sentir especial, sem essa de estar sendo usada ou algo assim. Queria ter ela. E eu sempre tão preconceituosa já estava mal com essa situação. O corpo dela é tão perfeito sabe? Todo escultural, e com aquela calcinha shortinho dela, e com a camiseta larga estava me enlouquecendo. Quando achei que não iria mais suportar, e por medo dela não me corresponder falei que iria pegar o brigadeiro e iria ao banheiro. Porque ela não podia desconfiar e eu já estava ficando maluca. Quando sai do banheiro e fui para a cozinha ela estava lá, bebendo um copo de água, e acabou se molhando, eu comecei a rir, mais a blusa que era branca ficou transparente e pude notar as aureolas dela durinhas, não disse nada, apenas me abaixei para pegar o brigadeiro na geladeira e senti ela me abraçar por trás. Me fez se arrepiar todinha, quando fui me virar ela tirou o prato da minha mão e colocou de volta na geladeira, me empurrou contra a parede, deslizou as mãos dela pelo meu corpo, beijou meu pescoço, e foi aos poucos subindo sua boca até a minha, depois disso começamos a se beijar. Foi o melhor beijo da minha vida, e nós sabíamos que havia muito mais no ar, do que aquilo. Acabamos parando e se olhando, não falamos nada, voltamos para a sala, ela sentou do meu lado, eu do lado dela, comemos o brigadeiro, terminamos ele e quando o filme estava quase no final acabamos se beijando. Dessa vez fui eu que tomei a iniciativa, eu e ela não sabíamos nada sobre isso. Fui a deitando no sofá, a olhei nos olhos e soube que ela queria que eu continuasse. Desci aos poucos minha boca pelo seu pescoço e depois voltei para a boca dela, beijava, mordia, chupava, era como se nós duas estivessem conectadas e querendo sempre mais. Muito mais. Ela aos poucos se levantou e começou a passar a mão pelo meu corpo, aos poucos levantou a minha blusa e a tirou, a minha única reação era aproveitar o momento e as vezes apalpar os seios dela, ela beijou minha boca, me deitou no sofá, e começou beijar meus seios, apalpar, tirou o meu sutiã e chupou-os com vontade. E assim foi, ela se deliciava e eu então? Já estava morrendo de tesão, de vontade de sentir aquela boca quentinha chupando ao meu grelinho. Depois de um tempo eu acabei implorando e ela amou ouvir aquilo, ouvir eu dizendo com voz falhada um ‘me chupa’, tirou meu shorts, passou a mão por cada centímetro de minha calcinha, assoprou de leve, e quando senti aquele ar quente, vindo daquela boca macia dela eu acabei enlouquecendo, ela tirou minha calcinha, subiu beijando minhas coxas, passou a língua em minha virilha, até que chegou a ela, começou me chupar, e eu estava amando, não queria que ela parasse, jamais. Queria que ela continuasse, de todas as maneiras, me entregar para ela. Então, ela me olhava com cara de safada, e me deixava com mais tesão ainda, eu gemia, me contorcia, rebolava na boca dela, depois foi minha vez, fiz tudo o que ela fez em mim, acabamos chegando ao orgasmo juntas, se esfregando uma na outra, e se beijando novamente, contudo não era só mais um beijo, ou até mesmo um simples beijo, era um beijo apaixonado. Depois disso ainda ficamos aproveitando o momento, sem questionamentos, nem nada assim, só entregues uma a outra. E faz um tempo que tudo isso aconteceu, e estamos juntas até hoje, não precisei a ver chorar mais e ando muito mais feliz e satisfeita do que estive algum dia."- Muito mais que amiga, muito mais que amor, a melhor parceira sexual. (sex-classic)
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